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19/11/2010

Endocrinologista fala como viver bem com diabetes

Cerca de 280 milhões de pessoas são diabéticas no mundo. 20 milhões só no Brasil. Em Londrina, são 50 mil. Em 2025, projeta-se 400 milhões de diabéticos no mundo. Desde 1985, a prevalência de diabéticos aumentou 500%. As principais causas são a obesidade, estilo de vida sedentário. Os dados foram apresentados pelo endocrinologista Victor Hugo Ferreira na palestra de novembro do Programa de Educação em Saúde do SAS – Londrina. A palestra marcou o Dia Mundial do Diabetes, comemorado em 14 de novembro.

Endocrinologista fala sobre prevenção e tratamento do diabetes

“Se não for controlado corretamente, o diabetes pode causar alterações em todo o corpo: coração, cérebro, rins, olhos, esôfago, intestino, pernas (nervos, pele, ossos), fígado, pâncreas, sistema reprodutor (ereção, desejo sexual), sistema urinário”, destaca Ferreira. Ele alerta que o diagnóstico precoce é um aliado do tratamento. “Uma vez diabético, sempre diabético. Depois de diagnosticado é preciso seguir o tratamento correto, ter uma alimentação saudável e praticar exercícios físicos”, indica Ferreira.

Entre os sintomas do diabetes estão a sede intensa, urina em excesso, muita fome, cansaço, perda de peso sem explicação, visão embaraçada, coceira vaginal, infecções urinárias frequentes, dificuldade de cicatrização de feridas, formigamento, dormências e dores nas mãos, pernas e pés.

Participantes esclarecem dúvidas sobre diabetesOs consultores de venda, Antonio Vicente e Camila Michele, por exemplo, foram em busca de informações para ajudar amigos que são diabéticos. “Nos preocupamos com a saúde, com a prevenção das doenças, por isso viemos para a palestra”, ressaltaram. O usuário do SAS, Abebeno Leite participou para  ajudar a esposa no tratamento. “Ela tem diabetes há mais de 20 anos. Aproveitei a palestra para tirar dúvidas sobre o tratamento que ela faz”, afirmou.

Mas afinal, o que é o diabetes? - A doença é caracterizada pelo  aumento da glicemia (açúcar no sangue). Ocorre porque o pâncreas não produz insulina suficiente ou porque não age de forma adequada no organismo. A insulina é o hormônio que transporta a glicose do sangue (absorvido na alimentação) para dentro da célula, para que sirva como fonte de energia.

A doença pode se manifestar como tipo 1 ou 2. No tipo 1, o pâncreas não produz insulina. Ocorre principalmente em crianças e adolescentes e o tratamento é com insulina. Já no tipo 2, mais frequente, a insulina produzida pelo pâncreas não é suficiente ou não age de forma adequada para diminuir a glicemia. Mais comum em adultos e em pessoas com familiares diabéticos, está muito relacionado à obesidade. O tratamento nesse caso, inclui dieta equilibrada e exercício físico, podendo também ser necessário combinar medicamentos e insulina.

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Fonte: Assessoria Comunicação | ISCAL

Colaborou Camila Moliani Ferri - Estagiária

 

 

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