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Equipe do Hospital 9 de Julho conhece o Robô Laura na Santa Casa


Equipe do Hospital 9 de Julho, de São Paulo, esteve na Santa Casa de Londrina no final de janeiro para conhecer o funcionamento do Robô Laura na identificação precoce da sepse.  Interessados em implantar o sistema de inteligência artificial (AI), eles visitaram o Hospital em busca de detalhes do trabalho de implantação e resultados da Laura. O sistema de AI está em funcionamento na Santa Casa de Londrina desde setembro de 2018 para identificação precoce da sepse – uma das principais causas de mortes no mundo.  

O gerente de Informática Médica, Leandro Costa Miranda, e a gerente de Enfermagem, Rosana Pellícia Pires, do 9 de Julho, se reuniram com profissionais da administração, enfermagem, controle de infecção e tecnologia da informação da Santa Casa. Em visita a um dos setores de internação, eles acompanharam o funcionamento da Laura e a atuação da enfermagem em tempo real. 

O co-fundador e diretor técnico da Laura, Cristian da Costa Rocha, que acompanhou a equipe do 9 de Julho, resumiu o programa: “Com uma olhada no monitor é possível saber a situação de todo setor - se está crítico ou não para tomar as medidas necessárias para cada paciente apontado”. 
Equipe de Enfermagem da Santa Casa com equipe do Hospital Nove de Julho
O médico da CCIH (Comissão de Controle de Infecção Hospitalar) da Santa Casa, Walton Tedesco, explica que a equipe de enfermagem vê o alerta no monitor, checa o paciente e avisa o médico titular. “A enfermagem é fundamental para funcionar. Entre 60% e 70% das nossas análises são resolvidas pela enfermagem”, destaca Walton Tedesco, médico responsável da Comissão de Controle de Infecção da Santa Casa.  Tedesco esclarece que os alertas da Laura no monitor apontam para a deterioração do estado geral do paciente, com atualização a cada 3 minutos, o que possibilita intervenção precoce. 

RESULTADOS POSITIVOS - Nos quatro primeiros meses de funcionamento, de setembro a dezembro, a Laura emitiu 545 chamados na Unidade 3 – setor piloto de instalação na Santa Casa. Desses, 88% precisaram de intervenção da enfermagem e 32% de intervenção médica. A atuação, nesse período, refletiu em redução de 50% dos óbitos no setor, comparando-se com o mesmo quadrimestre do ano anterior. Foram cinco óbitos no setor no período de 2018 e 10 óbitos em 2017. Os dados excluem os pacientes paliativos.

Desde outubro a Laura está presente em todas as unidades de internação da Santa Casa, exceto UTIs e pronto-socorro. No primeiro semestre de 2019, o sistema será implantado no Hospital Mater Dei e, na sequência, no Hospital Infantil. 

Equipe do Hospital Nove de Julho em reunião com gerências da Santa Casa
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Assessoria de Comunicação | ISCAL
FOTOS: Arquivo ISCAL

 

 

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