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(06/02/2012)

foto da homepage: o paciente Benedito Bueno aguarda início da sessão terapêutica.

Saúde

Oxigenoterapia reduz índices de amputação de pé diabético na Santa Casa

Benedito Bueno antes da sessão de OxigenoterapiaUma das principais causas de amputação no Brasil, o pé diabético, tem um forte aliado na Santa Casa de Londrina – a oxigenoterapia. Levantamento feito pelo Serviço de Medicina Hiperbárica do Hospital comprova as vantagens da oxigenoterapia na recuperação do pé diabético em comparação a tratamentos convencionais. O índice de recuperação total foi 30% acima do normalmente obtido em tratamentos convencionais. O índice de amputação grande (acima do tornozelo) foi de até 35% menor se comparado às indicações de amputação nos casos de tratamentos convencionais.   

Dos 70 casos de pé diabético tratados com oxigenoterapia na Santa Casa, desde que o Serviço começou a funcionar há dois anos, 50 apresentaram melhora total ou índice superior a 70% de recuperação das lesões. Isso significa 80% dos casos recuperados com sucesso. Em tratamentos convencionais, sem a oxigenoterapia como terapia complementar, segundo o médico hiperbarista Wilson Albieri Vieira, o índice de recuperação total gira em torno de 50%.

Por outro lado, apenas 5% dos 70 casos atendidos na Santa Casa precisaram de amputação grande (acima do tornozelo). O médico hiperbarista, chefe do Serviço da Santa Casa, afirma que nos tratamentos convencionais de pé diabético o índice de amputação grande sobe para entre 30% e 40%.  

Benedito Manoel Bueno, 67 anos, diabético há mais de 10 anos, é um dos pacientes que tinha indicação de amputação evitada com a oxigenoterapia. Ele conta que depois que bateu o dedo, ficou entre a melhora e a piora da lesão até que veio a notícia da amputação. “Em 2010 ia amputar o dedo. Agora cicatrizou de vez. Amputar nunca mais”, afirma animado. O médico hiperbarista afirma que “em 15 dias de tratamento, a lesão do dedo de Benedito foi reduzida para menos da metade da área”.  

A oxigenoterapia é eficaz no tratamento de várias doenças, acelerando a cicatrização em até 30%. Resultado: redução no tempo de internação e diminuição do uso de antibióticos com mais bem estar ao paciente e racionalização de leitos e custos hospitalares.

Hoje, segundo o médico, mais de 70% dos pacientes atendidos pela Medicina Hiperbárica da Santa Casa são usuários do Sistema Único de Saúde (SUS). Como o procedimento ainda não consta na tabela do SUS, isso é possível graças a um convênio feito com a Prefeitura de Londrina para atendimento de pacientes do município e outro feito com o Governo do Estado para atendimento de pacientes de fora de Londrina.

Além de Wilson Vieria, o Serviço conta uma equipe com a enfermeira hiperbarista e especialista em feridas, Grasiela Rojas Marquezini, além de técnicos em enfermagem e médicos ortopedistas, cirurgiões vasculares e cirurgiões plásticos.

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Fonte: Assessoria de Comunicação/ISCAL

Fotos: Arquivo/ISCAL

 

 

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